O conceito filosófico de identidade pessoal se refere a:
Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Segundo o antropólogo Lévi-Strauss (2000), a passagem da natureza à cultura foi produzida pela instauração da lei, pela proibição do incesto, mediante a qual se estabeleceram as relações de parentesco e de aliança e o mundo humano, simbólico, foi construído. Essa orientação normativa da conduta, no entanto, é exterior ao indivíduo, de modo que a adequação ou não à norma estabelecida, bem como a variação de tempo e lugar, é que acaba definindo se o ato é moral ou imoral.
II. A moral é apenas um conjunto de regras impostas aos indivíduos, mas a livre e consciente adesão a elas, razão pela qual um ato só pode ser considerado moral se passar pela aceitação da norma, ou seja, não é verdadeiramente moral o ato que for cumprido ou não mediante ameaça de sanções, o que não signifca que uma norma não possa ser questionada, mas também não pode ser persistentemente interrogada, porque isto pode levar à destruição da moral.
III. Segundo Gianotti, a flexibilidade existe, porém não pode levar a um relativismo em todas as formas de conduta: os direitos do homem, tais como em geral têm sido enunciado a partir do século XVIII, estipulam condições mínimas do exercício da moralidade. Por certo, cada um não deixará de aferrar-se à sua moral; deve, entretanto, aprender a conviver com outras, reconhecer a unilateralidade de seu ponto de vista.
IV. Para ser moral um ato não deve ser livre, consciente, intencional e responsável. Isso cria um compromisso de reciprocidade e compromisso com a comunidade. o sujeito, assim, deve saber o que e por que faz, não deve ser coagido ou obrigado a fazer algo e, além disso, deve assumir a autoria do seu ato, reconhecendo-o como seu e respondendo pelas consequências de sua ação.
Estão corretas as afirmativas:
FGV•
Disponível em: https://www.sabra.org.br/site/tombamento-historico/
O objetivo do tombamento de bens culturais é:
Usage and use
The distinction between language use and language usage was first made by Widdowson. He coined the term usage for language which conformed to pre-established paradigms of language. Usage is independent of context, and is related to language correctness.
In contrast, use has to do with the speaker’s intention in producing a particular sentence. For example, the sentence “I don’t know what you mean”, said in a particular context, may imply a request for clarification; the same sentence, said in a different way and in a different context, may be an expression of disbelief.
Most sentences in textbooks and in grammar practices are well-formed sentences. However, can you think of a real-life situation in which a sentence such as “This is my hand” is pronounced?
LEWIS, Michael. The lexical approach. Heinle Cengage, 2010. Adaptado.
Em muitos contextos da escola brasileira permanece forte a herança da tradição estruturalista, focada em usage. Pense em um professor brasileiro formado dentro de tal tradição que, percebendo seus limites para desenvolver a capacidade de o estudante interagir no mundo por meio da língua inglesa, começa a preparar suas aulas sob a ótica de uma abordagem centrada em use. Esse professor, ao final de uma atividade em classe, perguntar-se-ia em primeiro lugar se, em sua aula,
Estão corretas as afirmativas:
FGV•
No caso do exemplo destacado pelos pesquisadores, pode-se afirmar que:
FGV•
FGV•
O Brasil é um país extraordinariamente africanizado. E só a quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a outra costa atlântica se podem facilmente reconhecer os brasileirismos. Há comidas brasileiras na África, como há comidas africanas no Brasil. Danças, tradições, técnicas de trabalho, instrumentos de música, palavras e comportamentos sociais brasileiros insinuaram-se no dia-a-dia africano. [...] Com ou sem remorso, a escravidão foi o processo mais importante de nossa história. [...] O escravo ficou dentro de todos nós, qualquer que seja a nossa origem.
COSTA E SILVA, ALBERTO DA. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 2003. Texto adaptado.
Após a leitura do texto, qual das atividades listadas a seguir, seria eficiente, seguindo o conhecimento pedagógico do conteúdo, para que os estudantes interajam com o tema proposto?
I. protagonizada por negros muçulmanos, vindos de regiões onde hoje ficam a Nigéria e o Benin.
II. chamada de Revolta dos Alfaiates, pela ocupação profissional de seus líderes que confeccionavam abadás.
III. sediada em Ilhéus, local que concentrava escravizados convertidos ao protestantismo.
IV. liderada por africanos chamados de nagôs no Brasil, por sua origem, e de malês, em iorubá, por sua religião.
V. desencadeada por negros escravizados que em grande parte trabalhava nas ruas como ambulantes.
Selecione a alternativa que reúne apenas as afirmações corretas.
- Confundir métodos indutivos com dedutivos.
- Não relacionar técnicas específicas (ex.: experimentos controlados) a marcos históricos (ex.: refutação da abiogênese).
- Ignorar a influência de pressupostos filosóficos (ex.: materialismo vs. vitalismo) no desenho de metodologias.
Assim, para ajudá-los, o professor decide apresentar uma associação entre as práticas metodológicas (coluna A) aos fundamentos históricos/filosóficos correspondentes na Biologia (coluna B):
Coluna A (Práticas Metodológicas):
1. Experimentalismo controlado (ex.: manipulação de variáveis).
2. Observação sistemática de fenômenos naturais.
3. Método comparativo (ex.: anatomia de espécies diferentes).
4. Análise histórica de registros científicos.
5. Formulação de modelos teóricos abstratos.
Coluna B (Fundamentos Históricos/Filosóficos):
A. Baseou o argumento de ancestralidade comum na obra de Darwin.
B. Permitiu a refutação da geração espontânea por Redi e Pasteur.
C. Sustentou o debate entre vitalismo e mecanicismo no século XIX.
D. Fundamentou os estudos de ecologia de longa duração, como os de Alexander von Humboldt.
E. Auxiliou na reconstrução da história das ideias sobre hereditariedade, como os trabalhos de Mendel.
Ao final da atividade, o professor espera que os estudantes estabeleçam a seguinte correlação entre as colunas A e B: