Sabendo disso, é possível afirmar com certeza que, na semana passada,
Questões de Concursos
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Selecione os filtros para encontrar suas questões de concursos e clique no botão abaixo para filtrar e resolver.
Nada por aqui
De acordo com o texto “Responsabilidade social das empresas: um desafio para o Serviço Social”, a ação profissional do Serviço Social nas políticas de responsabilidade social das empresas não poderá a vir se expressar por meio de:
A publicação “Assistente social no combate ao preconceito: machismo” problematiza a uniformização do que, supostamente, seria “ser mulher” ou “ser feminina”, reproduzindo estereótipos como: “mulher que é mulher usa cabelo longo”, “toda mulher quer ser mãe”, “toda mulher é sensível”, “toda mulher quer um homem para amá-la e protegê-la”, “não sou feminista, sou feminina”, dentre outras frases. Há ainda diversos exemplos de práticas machistas que são presenciadas, reproduzidas / praticadas ou sofridas por mulheres em diferentes espaços.
São exemplos de práticas machistas ou expressões corriqueiras citadas na publicação, exceto:
Com relação à Norma Regulamentadora nº 6, assinale a alternativa incorreta.
Leia este texto.
Nem tudo são más notícias, em termos gramaticais. Em português, é muito difícil uma pessoa ir à falência. Justifico esta ideia com a seguinte teoria fascinante: normalmente, considera-se que o verbo falir é defectivo. Significa isso que lhe faltam algumas pessoas, designadamente a primeira, a segunda e a terceira do singular e a terceira do plural do presente do indicativo e todas as do presente do conjuntivo. Não se diz “eu falo”, “tu fales”, nem “ele fale”. Não se diz “eles falem”.
Todos os modos e tempos verbais do verbo falir se admitem, com exceção de quatro pessoas do presente do indicativo e todo o presente do conjuntivo. Em que medida é que isso é bom? [...] Não é possível falir, presentemente, no Brasil.
“Eu falo” é uma declaração ilegítima. Podemos aventar a hipótese de vir a falir, porque “eu falirei” é uma forma aceitável do verbo falir. E quem já tiver falido não tem salvação, porque também é perfeitamente legítimo afirmar: “eu fali”. Mas ninguém pode dizer que, neste momento, fale.
Acaba por ser justo que o verbo falir registre essas falências na conjugação. Justo e útil, sobretudo em tempos de crise. Basta que os brasileiros vivam no presente — que, além do mais, é dos melhores tempos para se viver — para que não falam (outra conjugação impossível).
Não deixa de ser misterioso que a língua portuguesa permita que, no passado, se possa ter falido e até que se possa vir a falir, no futuro, ao mesmo tempo que inviabiliza que se fala, no presente. Se eu nunca falo, como posso ter falido? Se ninguém fale, por que antever que alguém falirá?
PEREIRA, Ricardo Araújo. Disponível em: <https://www1.folha.
uol.com.br/colunas/ricardo-araujo-pereira/2020/08/na-lingua-portuguesa-o-melhor-e-a-gente-se-afastar-de-certos-verbos.
shtml>. Acesso em: 25 ago. 2020. [Fragmento]
De acordo com o texto “O estigma do uso de drogas”, da série “O assistente social no combate ao preconceito”, não é uma violação de direitos relatada por usuárias(os) de psicoativos na área da saúde: